Ei, pessoal de Betim, cês não acreditam no orgulho que tá batendo no peito da gente hoje! A meninada da equipe Gigalego, lá da Escola Municipal Antônio D’Assis Martins — que todo mundo conhece carinhosamente como Gigante — já tá lá do outro lado da fronteira, sô! Eles desembarcaram na madrugada da última segunda-feira, dia 25, em Guadalajara, no México, pra representar não só a nossa cidade, mas o Brasil inteirinho na International Open Championship México 2026. Esse trem é chique demais, uai! É o torneio internacional da FIRST LEGO League (FLL) e a disputa acontece entre os dias 27 e 30 de maio, reunindo mais de 90 equipes de uns 30 países diferentes. É gente do mundo todo vendo o talento da nossa terra!
A nossa delegação é formada por 10 estudantes fera do 8º e 9º ano do ensino fundamental. E olha que bão: eles garantiram essa vaga depois de darem um show na etapa nacional do Festival SESI de Educação lá em São Paulo, em março. Com esse resultado, a Gigalego virou a única escola pública municipal de Minas Gerais a se classificar pra esse mundial. É pra glorificar de pé, né não? A competição é um desafio daqueles de fritar o juízo, envolvendo ciência, tecnologia, engenharia, matemática e, claro, muita robótica e inovação. O evento tá rolando no Centro Cultural Universitário, em Zapopan, e a expectativa é de mais de 2 mil pessoas circulando por lá, entre estudantes, técnicos e famílias de lugares como Austrália, Canadá, Espanha, Japão e Nigéria.
Nesta temporada 2025-2026, o tema é ‘Unearthed’, que quer dizer ‘Desenterrado’ em inglês, e o desafio era criar soluções inspiradas na arqueologia. E não é que a nossa turma inventou um trem bão demais? Eles criaram o GigaTrek, um carrinho de mão que é portátil, dobrável e super compacto. A ideia é ajudar os arqueólogos a carregar tralhas e equipamentos naqueles terrenos difíceis e irregulares durante as escavações. O projeto começou a ser bolado em agosto de 2025 e a meninada não ficou só no papel não: fizeram pesquisa, conversaram com especialistas e foram até em grutas e parques arqueológicos pra ver o problema de perto. Eles usaram uma metodologia própria, o Método TIAR, tanto pra criar essa inovação quanto pra programar o robô nas missões da arena.
O professor Paulo Flores, que é o orientador dessa turma, tá rindo à toa e com razão. Ele disse que o mais bonito de tudo é ver os alunos sendo os donos do próprio nariz em cada etapa, pesquisando, testando, errando e evoluindo juntos. Segundo ele, estar numa competição internacional desse porte prova que a educação pública de Betim, quando dá oportunidade, faz a ciência acontecer de verdade. E a nossa secretária municipal da Educação, Marilene Pimenta, também reforçou que é um orgulho danado ver Betim ocupando esse espaço. Ela disse que a Gigalego é o puro talento e dedicação, mostrando que nossos jovens conseguem competir em alto nível com qualquer um no mundo. Arredar o pé agora nem pensar, vamos ficar daqui na torcida por esses meninos que já são campeões!













