Ó procês ver, Betim vai virar uma verdadeira comédia por esses dias, uai! A cidade tá recebendo o espetáculo ‘Uma Noite Muito Louca’, que traz aquele humor gostoso e umas reflexões sobre amizade que a gente logo se identifica. O projeto é chique demais, sô, contemplado pelo edital de 2025 da Lei Noemi Gontijo de Incentivo à Cultura. E o melhor de tudo: a entrada é ‘digraça’, não precisa nem arredar o pé de casa pra buscar ingresso antes, é só chegar e aproveitar!
A programação tá recheada, viu? Se você quer conferir as sessões abertas pra todo mundo, anota aí: na quarta-feira (6), às 20h, o pessoal vai estar no Espaço Grupatum. Já na quinta-feira (8), o encontro é às 20h30, lá no CPC Frei Chico. É pra levar a família e os amigos tudo pra dar risada junto, sem gastar nem um tostão furado.
Mas não para por aí, não! A turma também vai circular pelas escolas estaduais da nossa Betim, pra dar aquela força na cultura da moçada. A andança começa já na segunda (4), na Escola Estadual Deputado Simão da Cunha, às 20h30. Na terça (5), o trem acontece na Escola Estadual Estudante Lívia Mara, no mesmo horário. E pra fechar o circuito escolar, na quinta-feira (7), a apresentação rola na Escola Estadual Professor Carlos Lúcio de Assis, também às 20h30.
A história é um trem doido de engraçado: dois amigos cismam que um deles se meteu num crime e aí, meu filho, é só ladeira abaixo. Eles tentam resolver a situação, mas é cada trapalhada e reviravolta que ninguém acredita. Tem até uns disfarces bem improváveis no meio do caminho, até chegar naquele desfecho festivo com o elenco todo reunido. A peça foca muito naquelas roubadas que a gente só se enfia por causa de amigo, sabe como é? O público vai rir demais de situações que, nuh, parecem até coisa que aconteceu com a gente.
Quem comanda a cena são os atores Jhonatan Marçal e Paula Liz, com a participação especial da turma do elenco fixo do Grupo Teatro em Vídeo. A classificação é 14 anos, então fiquem espertos. O Jhonatan Marçal, que é o protagonista, contou pra gente que a peça é aquela comédia que faz a gente se reconhecer no palco. Segundo ele: ‘A peça é uma comédia sobre amizade, daquelas em que o público ri… e se reconhece. Partimos de situações inusitadas, mas muito próximas da realidade, que poderiam acontecer com qualquer pessoa. Todo mundo tem aquele amigo que ajuda… ou piora tudo. É dessa premissa que nasce o espetáculo, transformando uma situação comum em uma sequência de confusões, decisões duvidosas e momentos completamente absurdos’. Bão demais, né?













