Mistério na Rua Urucuia! Prefeitura de Betim cancela pagamentos e faz o pente-fino em denúncia

Ô gente, o negócio é o seguinte: a Prefeitura de Betim soltou o verbo sobre aquela confusão envolvendo a entidade chamada Rede de Proteção à Vida e à Saúde, a tal da Revisa. Pra começo de conversa, o pessoal da gestão municipal garantiu que não saiu nem um tostão furado dos cofres da cidade pra essa instituição até agora. O prefeito e sua turma já bateram o martelo e suspenderam qualquer envio de dinheiro pra lá enquanto o trem não for todo esclarecido pelos órgãos que cuidam da fiscalização.

A prefeitura fez questão de lembrar também que, quando um servidor assume o cargo, ele tem que assinar uma declaração obrigatória dizendo se tem rolo com associação, ONG ou se tá acumulando cargo por aí. E o trem não para por aí, viu? Já abriram um processo pra investigar direitinho a situação de uma servidora que foi citada nessas denúncias. Eles garantiram que vão dar a ela o direito de se defender, tudo dentro da lei, mas que a apuração vai ser rigorosa.

Nuh, e olha só que doideira: a Secretaria Adjunta de Convênios e Parcerias mandou uma equipe lá no bairro Brasileia, na Rua Urucuia, pra ver se achavam a sede da Revisa. Chegando lá, cadê o número 352 que tava no papel? Sumiu, uai! Não acharam de jeito nenhum. Perguntaram pros vizinhos e o povo da rua disse que nunca nem ouviu falar dessa tal Revisa por aquelas bandas. Arredaram o pé até pro Google Maps, e não é que o GPS manda pra uma casa de morador que não tem nada a ver com o que tava no cadastro?

O mais curioso é que essa vistoria aconteceu lá no dia 13 de maio de 2026, ou seja, a prefeitura já tava de olho e conferindo a papelada antes mesmo dessa história toda virar notícia no jornal. Já tinha anotação à mão no processo mandando conferir tudo presencialmente. A prefeitura reafirmou que o compromisso é com a transparência e com o dinheiro do povo, que é coisa sagrada. Se ficar provado que teve erro de servidor, seja ele do baixo clero ou da alta gestão, o chicote vai estalar conforme a lei, com exoneração e processo judicial se precisar. O negócio é bão, mas tem que ser direito, sô!

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